António Pedro Cerdeira: "Estou sempre disponível para amar"Nacionais:
25.4 - 10h
Por: Vânia Nunes
Recém-separado de Rita Guerra, com quem esteve casado apenas quatro meses, António Pedro Cerdeira prefere não reagir às acusações da ex-mulher. Actor mostra-se tranquilo no seu regresso ao trabalho e quer voltar a apaixonar-se.
– A sua ex-mulher, Rita Guerra, deu uma entrevista acusando-o de ser ciumento e possessivo. É verdade?
– A Rita quis falar, foi uma opção dela que eu respeito. Eu não vou dizer nada sobre a nossa relação.
– Está disponível para reencontrar o amor?
– Eu estou sempre disponível para amar.
– Estreou anteontem no Teatro de Cascais a peça ‘Arsénico e Rendas Velhas’, com uma plateia cheia de amigos. A Rita Guerra disse que o António é uma pessoa solitária...
– Tenho muitos amigos e fiz questão de tê-los comigo nesta estreia tão simbólica para mim. É o meu regresso ao Teatro Experimental de Cascais depois de 19 anos e fui muito acarinhado.
– Esteve em ensaios durante um mês. Conseguiu abstrair-se dos problemas pessoais?
– Separa-se sempre as coisas. A partir do momento em que se entra no teatro há uma abstracção total, quer das coisas boas quer das más.
– O teatro é uma terapia?
– Gravar e ensaiar são sempre uma terapia. Uma pessoa diverte-se e aprende coisas novas.
– Como é que se sente?
– Acho que se nota que estou bem.
– Está inteiramente dedicado ao trabalho?
– Sim. Agora estou empenhado nesta peça até Junho. Depois há a hipótese de fazer outro projecto no teatro. Entretanto, o António Barreira já me disse que vou entrar na novela que ele vai escrever para estrear em Setembro.