Fanny: "Nunca fui despedida da discoteca" Nacionais:
26.4 - 08h
Por: Vânia Nunes
Fanny desmente que o seu trabalho como relações-públicas do In Seven esteja a ser criticado e afiança que tudo está a correr bem. Enquanto isso, diz que continua à espera do seu príncipe encantado.
- É verdade que os proprietários da discoteca para onde trabalha como relações-públicas estão insatisfeitos com o seu trabalho e querem despedi-la?
- Isso é mentira. Está tudo a correr bem e o meu trabalho está a ser elogiado. Temos tido casa cheia no In Seven [em Lisboa], mas isso não é o mais importante: há profissionalismo e boa disposição todas as noites. Não fui despedida nem vou ser.
- Confirma que ganha 640 euros por mês?
- Não falo de dinheiro. Posso dizer que não sou rica, mas vivo bem. Tenho dinheiro para as minhas coisas e, desde que saí do programa, tenho-me orientado sozinha, sem os meus pais. Ganho dinheiro com presenças e com o trabalho da discoteca.
- O seu pai, Fernando Rodrigues, concorda com esse trabalho?
- O meu pai está sempre do meu lado. Defendeu-me até ao fim e vai continuar a apoiar-me.
- Neste momento está na Suíça. Quando regressa?
- Só comprei bilhete de ida. Não sei quando volto para Portugal. Estou a matar saudades da minha família. Mas mesmo que volte daqui a dois meses, não serei despedida.
- Continua a ser convidada para fazer presenças em Portugal?
- Trabalho não me tem faltado, apesar de haver gente que diz o contrário. Ainda há muita gente que quer ver o fenómeno Fanny.
- E já encontrou o príncipe que procurava?
- Ainda não. Mas não vivo ansiosa com isso. Sei que há-de aparecer a pessoa certa. Sou muito nova.